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Afinal, todo poeta deve publicar/ser publicado? (#Poesia Ping Pong 2)

As respostas aos leitores continuam, e dessa vez o papo é sobre um assunto quente: as publicações.
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Publicar um livro é uma aposta: como num jogo de dados, nunca é possível prever o desempenho exato de uma obra

Duas semanas atrás, dei início à série “Poesia Ping Pong” com o intuito de responder a perguntas de leitores companheiros do Poeta em Queda. Também previ o começo da série “Faça um Livro”, cuja primeira postagem sairá na semana que vem e  contará com a participação de convidados especiais – fiquem atentos.

Para essa semana, resolvi continuar respondendo algumas das perguntas enviadas pelo querido Gabriel Pedro, do grupo de poesia da UFSCar.
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Um mergulho invertido: “Inconfidência Primeira”, de Natalia Ribeiro da Conceição (#Breves Resenhas 2)

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Capa de “Inconfidência Primeira”, de Natalia Ribeiro da Conceição (Editora Patuá, 2016)

O mundo é bastante curioso. Ano passado, fui convidado pelo queridão Jorge Filholini (editor do Livre Opinião) para o lançamento do livro Eu Contra o Sol, do Alex Tomé. No evento, acabei encontrando minha amiga Graziele Vasconcelos, que logo me apresentou para a Natalia Ribeiro da Conceição, poetisa são carlense que eu desconhecia até então – eu deveria conhecer, mea culpa. Não demorou muito para que, na mesma noite, nós dois trocássemos livros – eu a presenteei com um exemplar do meu e ela ficou de me entregar um exemplar de Inconfidência Primeira, seu primogênito publicado pela Patuá, assim que chegasse a nova remessa.

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Como os poetas começam a escrever? (#Poesia Ping Pong 1)

Leia a respostas para duas perguntas de um leitor e saiba algumas opiniões sobre o que é “ser escritor”.
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Por mais estranho que pareça, você não precisa dançar em volta de uma fogueira para se tornar poeta.

Há algum tempo eu vinha ensaiando postagens aqui no blog em que eu pudesse contar um pouco sobre meus processos de criação e interagir mais com meus leitores. Queria tanto partilhar o que eu aprendi nesses poucos anos de poesia quanto conhecer suas inquietações.

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As Nébulas de Bobby Baq (#Breves Resenhas 1)

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Capa de “Nébula”, de Bobby Baq

Conheci o trabalho de Baq na série de poemas “Revide”, organizada pelos projetos Praga (do Victor Rodrigues) e Coquetel Motolove (da Luiza Romão). Rapidamente aquilo me chamou atenção, e acabei adicionando ele no Facebook, onde trocamos alguma ideia.

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Naufragar Jamais na Feira Beco do Inferno

(Fotografia em destaque: Fernanda Atayde)

Em tempos de apoios escassos à produção cultural, nada mais político que o agrupamento da própria classe artística em coletivos e feiras. É exatamente isso que a Feira Beco do Inferno propõe: uma junção de artistas e pessoas interessadas em diferentes artes.

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Desbravar o Interior – Sobre o Hilda Festival

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Todo começo do ano me faz pensar em abandonar a poesia. Todo ano a poesia me faz mergulhar um pouco mais em seu universo.

Ontem, tive a oportunidade de participar de uma mesa redonda que compunha parte da programação da 5ª edição do HILDA Festival Literário de Jahu, festival que acontece na cidade do interior paulista em homenagem à escritora-alquimista-desbravadora Hilda Hilst, nascida nesse mesmo local. Este ano, o HILDA contou com a presença de ninguém menos que o mestre Ignácio de Loyola Brandão.

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